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Febre Aftosa


A vacinação obrigatória dos bovinos e bubalinos é realizada a cada seis meses, nos períodos de 15 de abril a 15 de maio e 15 de outubro a 15 de novembro

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O agronegócio é um dos principais pilares da economia brasileira e Rondônia é uma das maiores potências nesse setor, sendo hoje considerada a nova fronteira do agronegócio no Brasil, atraindo cada vez mais investimentos e com isso emprego e renda para a população.

A possível ocorrência ou disseminação de enfermidades como a Doença da Vaca Louca, Influenza Aviária, Peste Suína Clássica, Brucelose, Tuberculose, Raiva e a temida Febre Aftosa diminuem a perspectiva de investimentos no setor.

Nesse contexto, a Febre Aftosa representa uma importante ameaça para o bem estar da população, devido ao seu impacto sobre a economia, já que a estabilidade do comércio com os diversos mercados consumidores depende diretamente da confiabilidade dos alimentos de origem animal, que devem ser oriundos de rebanhos isentos desta enfermidade.

Com grande poder de difusão, a Febre Aftosa é uma das mais temidas e prejudiciais doenças que afetam a pecuária, com reflexos econômicos graves para a produção primária.

A prevenção da Febre Aftosa deve ser sempre uma das prioridades do Governo, principalmente em um estado cuja vocação para a pecuária é algo inquestionável. Qualquer investimento que minimize o risco da ocorrência da Febre Aftosa, ainda que considerado grande, é infinitamente menor que o prejuízo que um foco causaria para a economia rondoniense.

A história mostra que Rondônia é exemplo de um ESTADO DE COOPERAÇÃO, cooperação com todos os produtores rurais, com a iniciativa privada e com toda a sociedade. Com isso, ganham todos aqueles que dependem do agronegócio, direta ou indiretamente.

Rondônia possui mais de 11,5 milhões de bovinos e bubalinos, sendo o sétimo maior rebanho nacional, conta com 17 frigoríficos com inspeção federal e 05 com estadual, sendo eles responsáveis pelo abate de mais de 02 milhões de animais por ano. São quase um bilhão de litros de leite processados anualmente em cerca de 50 lacticínios com inspeção oficial em todo o Estado. Somos o sétimo maior exportador de carnes e a oitava maior bacia leiteira no Brasil, sendo a maior da região Norte.

Temos aproximadamente 100.000 propriedades e mais de 80.000 delas criam bovinos e/ou bubalinos. Na sua grande maioria pequenas propriedades que se alternam na produção de carne e leite.

É importante lembrar que o Agronegócio em Rondônia representa cerca de 40% do PIB Estadual. Sua vocação exportadora se consolida quando quase 76 % da produção de carnes são destinadas a outros estados ou países.

Rondônia foi declarada livre de Febre Aftosa com vacinação pela OIE em maio de 2003 e para a manutenção do status sanitário alcançado, precisamos continuar a desenvolver um eficiente sistema de vigilância epidemiológica, aprimorando medidas de fiscalização e educação sanitária, além de manter a vacinação de nosso rebanho com qualidade.

Alinhado com Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA e com o setor agropecuário, o Estado de Rondônia segue na luta para prevenir a Febre Aftosa. São exatamente 11 anos sem um só registro dessa enfermidade, mas Rondônia não pode diminuir a vigilância.

Após o Brasil ter conquistado a primeira zona livre de aftosa no Brasil em 1998, o país passou por episódios de reintrodução do vírus, principalmente em regiões de fronteira, como o caso do Mato Grosso do Sul em 2006, desde então não houve mais nenhuma ocorrência de febre aftosa no Brasil. Contudo, na América do Sul, o Equador, a Colômbia e a Venezuela registraram casos, o que nos coloca em permanente estado de alerta, visto que não adianta estarmos livres se nossos visinhos não estão.

Diversos países no mundo registraram a doença, e sendo a mesma de rápida propagação, esses esforços para seu controle e erradicação são mundiais.

Atualmente uma das premissas para a manutenção do rebanho rondoniense livre de Febre Aftosa é a vacinação massiva, fruto de uma forte COOPERAÇÃO entre nossos produtores e o IDARON.

Nesse sentido, realiza-se a cada seis meses, uma campanha de vacinação obrigatória dos bovinos e bubalinos, nos períodos de 15 de abril a 15 de maio e 15 de outubro a 15 de novembro.

O calendário oficial de vacinação contra febre aftosa para o ano de 2014 foi estabelecido pela Portaria N° 170 do Presidente da Agência IDARON, assinada em 01 de abril de 2014, em conformidade com a Lei n° 982 do Estado de Rondônia e com anuência do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

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